Embraer prevê entrega de 700 jatos
regionais na AL até 2033
Volume representa 11% da demanda mundial por aeronaves de 70 a 130
assentos
13/11/2014 -
10h56
(Da assessoria da Embraer)
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A Embraer Aviação Comercial prevê que as companhias aéreas da América
Latina receberão cerca de 700 novos jatos de 70 a 130 assentos nos
próximos 20 anos, o que representa 11% da demanda mundial no período
para o segmento.
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Divulgação - Embraer |
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Segunda geração da família de E-Jets, denominada E-Jets E2:
E175-E2, E190-E2 e E195-E2.
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Estima-se que 63% dessas unidades sejam para apoiar o crescimento e 37%
substituirão aeronaves mais antigas.
Segundo o fabricante brasileiro, a frota de jatos de 70 a 130 assentos
aumentará das atuais 280 unidades para 750 até 2033.
Com o crescimento econômico e investimentos levando a uma maior
integração regional, os mercados secundários estão preparados para
impulsionar a procura de novas viagens aéreas. Para que isso ocorra, a
otimização das frotas e o dimensionamento correto serão fundamentais.
"O mercado de aviação comercial na América Latina vem experimentado um
desenvolvimento sem precedentes ao longo destes últimos anos", disse
Simon Newitt, diretor da Embraer Aviação Comercial para a América
Latina. "Estamos orgulhosos da contribuição positiva que a frota de
E-Jets desempenhou, e continuará desempenhando, no crescimento e
prosperidade em todo o continente", completa o executivo.
A primeira entrega de um E-Jet na América Latina ocorreu em 2005, quando
a Copa Airlines, do Panamá, recebeu um E190. Atualmente, cerca de 200
E-Jets estão em serviço com oito operadores de sete países da região,
onde a Embraer é líder no segmento de jatos de até 130 assentos, com 70%
de participação de mercado.
A região apresentará um sólido crescimento anual econômico de 3,8% nos
próximos 20 anos com base em um ambiente externo favorável, estabilidade
política e macroeconômica e distribuição de renda mais equitativa. O PIB
per capita aumentará em 2,9% ao ano, de USD 9.050 para USD 15.960 no
mesmo período, segundo o estudo da Embraer. O crescimento anual da
demanda por transporte aéreo tem sido robusto ao longo dos últimos cinco
anos, em torno de 7%, tendência que deverá continuar ao longo dos
próximos 20 anos, quando a região crescerá 6% ao ano.
Apesar do domínio de aviões maiores, a América Latina é principalmente
composta por mercados de baixa e média densidade (80% dos quais têm
volumes de tráfego de até 300 passageiros por dia). Em 2013, mais de 50%
de todos os mercados intrarregionais tiveram um ou menos voos diários
utilizando jatos narrow-body. Esse desequilíbrio entre capacidade e
demanda pode criar ineficiência.
Como visto em diversas companhias aéreas líderes em todo o continente, o
uso de aeronaves no segmento de 70 a 130 assentos pode melhorar
efetivamente a conectividade em mercados de baixa e média densidade,
complementando voos narrow-body fora dos horários de pico em rotas
principais. Embora as companhias aéreas sejam capazes de melhorar a
eficiência operacional e a rentabilidade por meio da utilização de tal
capacidade, os passageiros também se beneficiariam ao ter mais escolhas
e conveniência.
A família de E-Jets já registrou mais de 1.500 pedidos firmes e mais de
1.000 entregas até a data atual. As aeronaves estão em serviço com cerca
de 65 clientes de 45 países.
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