ANAC moderniza regra para autorizar
eventos aéreos
Novo modelo considera a
complexidade de operações aéreas
03/01/2024 -
19h25
(Da assessoria da ANAC)
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Buscando promover o crescimento seguro da aviação civil brasileira, a
ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) reformulou a regra de
autorização para realização de eventos aéreos que envolvam aeronaves de
asa fixa e/ou rotativa. A revisão C da Instrução Suplementar - IS
91-008, do dia 21 de dezembro de 2023, classifica os eventos em alta e
baixa complexidade define procedimentos combinados com o risco que a
operação oferece. A alteração entrou em vigor ontem, dia 2 de janeiro de
2024.
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Rodrigo Zanette -
13/08/2017 |
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Embraer EMB-390KC
(KC-390), com o prefixo PT-ZNJ, da Embraer estacionado durante o
Domingo Aéreo 2017 na AFA
(Academia da Força Aérea), em Pirassununga (SP).
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A grande inovação foi a definição do
evento aéreo de baixa complexidade, como aquele em que o público não tem
acesso à área operacional em que o voo acontece, como a área de
movimento de um aeródromo, e que tenha a participação de apenas um
piloto ou uma esquadrilha durante todo o evento.
Para esses casos, o requerente deve estabelecer uma comissão
organizadora composta por um coordenador geral e um diretor de Operações
e Segurança de Voo, responsáveis por zelar pelo cumprimento das normas,
pela segurança do público e dos voos a serem realizados.
Os eventos de alta complexidade, por possibilitarem acesso do público à
área operacional, devem contar ainda com um diretor de Infraestrutura na
comissão organizadora. Esse profissional deverá planejar e controlar o
acesso das pessoas ao local, assim como garantir todo o apoio a
emergências, caso ocorram. A maior exposição ao risco também traz
exigências adicionais aos responsáveis, que deverão garantir maior
segurança ao público presente durante todo o evento.
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